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Câncer de esôfago

O esôfago é um tubo com cerca de 30 cm de comprimento, que conecta a garganta ao estômago. 

Com pequenas contrações musculares, as paredes do esôfago transportam o alimento ingerido até o estômago. 

A incidência de câncer de esôfago é rara; representa aproximadamente 2% de todos os tumores malignos, afetando igualmente homens e mulheres, a partir dos 50 anos de idade. Entretanto, o câncer de esôfago está entre os tumores com crescimento mais rápido e, na maioria dos casos, quando diagnosticado, já começou a disseminar células cancerosas para os gânglios linfáticos. 

Há vários linfonodos vizinhos ao esôfago em toda a sua extensão, o que facilita a propagação do tumor através da rede linfática, invadindo a pleura, a traquéia, os brônquios, o pericárdio e a aorta, tornando a sua cura muito difícil. 

Fatores de risco

As causas do câncer de esôfago ainda não são conhecidas, mas as pesquisas apontam para alguns fatores de risco relacionados à sua incidência:

• Fumo.

• Abuso de bebidas alcoólicas.

• Ingestão de alimentos e bebidas excessivamente quentes.

Sinais e sintomas

O principal sintoma de câncer de esôfago é a disfagia (dificuldade para engolir). Inicialmente o paciente tem dificuldade de deglutir alimentos sólidos. Em seguida, de pastosos e, finalmente, de líquidos. Conseqüentemente, grande parte dos pacientes perde peso, apresentando, muitas vezes, anemia e desidratação.

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico definitivo de câncer de esôfago só é possível por meio de uma biópsia. Geralmente ela é feita durante uma endoscopia, procedimento que é realizado pelo médico, que introduz pela boca do paciente um tubo fino, contendo um telescópio na extremidade que desce pelo tubo esofágico.

Com este aparelho, o médico é capaz de visualizar a parede do esôfago e colher uma pequena amostra de tecido para ser examinada pelo patologista, à luz do microscópio. 

Se o diagnóstico de câncer for confirmado, o médico solicitará outros exames, tais como tomografia computadorizada ou ressonância magnética, para verificar se o câncer se espalhou para outros órgãos. 

O diagnóstico, freqüentemente, é tardio, uma vez que os sintomas surgem quando o tumor já atingiu proporções maiores. 

Tratamentos

O estágio da doença é o fator que determinará o tipo de tratamento a ser aplicado. Ou seja, vai depender de quanto o câncer evoluiu. 

Cirurgia - é o método de tratamento mais indicado quando o tumor está restrito ao esôfago. 

Radioterapia - costuma ser a opção de tratamento quando o tumor não pode ser completamente extraído. Pode também ser empregada para diminuir o seu tamanho, para controlar seu crescimento e, também, para aliviar dores e sangramentos. 

Quimioterapia - até o momento, os quimioterápicos para combater o câncer de esôfago não têm apresentado resultados satisfatórios, na maioria dos casos. Algumas drogas novas estão em fase de testes, assim como o uso combinado de algumas, já conhecidas.

Se o seu médico considerar que o seu caso pode ser elegível para uma das pesquisas clínicas em andamento, ele irá conversar sobre os riscos e benefícios que você poderá obter com eles. 

Referência

Associação Brasileira do Câncer (www.abcancer.org.br)

As informações sobre saúde contidas neste site são fornecidas somente para fins educativos e não pretendem substituir, de forma alguma, as discussões estabelecidas entre médicos e pacientes. O diagnóstico de qualquer doença só pode ser realizado por um profissional de saúde. Somente o profissional de saúde pode ajudá-lo a decidir pela melhor opção de tratamento.

Em caso de dúvidas, favor contatar o Fale Pfizer através do telefone 0800-16-7575 (de segunda a sexta-feira das 8h00 às 20h00). 

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