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Campanha da Pfizer propõe reflexão sobre o envelhecimento

Em seu terceiro ano, a iniciativa mostra que a experiência de vivenciar novos desafios e sensações não tem idade

Lançada em 2015, com o objetivo de convocar a sociedade para uma conversa franca e bem-humorada sobre a maturidade, a campanha “Envelhecer Sem Vergonha” entra em seu terceiro ano com novidades. Agora, a ideia é mostrar como as diferentes gerações experimentam uma situação marcante pela primeira vez. Esse é o mote da websérie “Viver não tem idade”, composta por três episódios.

Dois dos três vídeos já estão no ar e podem ser acompanhados pelos internautas na página da campanha no Facebook, por meio do seguinte link: www.facebook.com/envelhecersemvergonha. Um deles retrata a emoção de pessoas de diferentes idades ao conhecerem o mar, enquanto o outro acompanha a primeira vez de uma dupla em um salto de paraquedas. Uma terceira peça, que ainda irá ao ar, vai captar as diferentes reações diante do nascimento de um bebê.

Ao mostrar que não há limites cronológicos para experimentar novas situações e sensações, a campanha estimula a reflexão sobre alguns estereótipos associados à maturidade. “Os vídeos incentivam as pessoas a reavaliar a ideia de que um idoso é, necessariamente, mais resistente a experimentar novidades do que um jovem”, afirma o diretor de Assuntos Corporativos da Pfizer, Ciro Mortella.

Além de contar com a websérie, a terceira edição da campanha traz a pesquisa “Como os brasileiros encaram o envelhecimento - versão 2017”, realizada pelo Instituto Qualibest. E as motivações das diferentes gerações para vivenciar uma experiência pela primeira vez foram, justamente, um dos tópicos abordados pelo levantamento. Para os adultos entre 18 e 35 anos, o principal motivo apontado é o espírito aventureiro. A partir dos 36 anos, o fator mais importante a ser considerado é a certeza de uma experiência segura, sem muitos riscos.

A campanha “Envelhecer Sem Vergonha” foi lançada no Brasil a partir de uma iniciativa global criada pela Pfizer em 2012, nos Estados Unidos. Intitulada Get Old, ela reuniu especialistas e diversas organizações para compartilhar diferentes abordagens sobre o envelhecimento, incluindo mudanças no estilo de vida, com o objetivo de ajudar as pessoas em seu processo de amadurecimento. 

No Brasil, a iniciativa recebeu uma identidade diferente, totalmente alinhada com o espírito irreverente e criativo do brasileiro.  Além da fanpage, a campanha conta com diferentes ações digitais, como vídeos e o portal www.envelhecersemvergonha.com.br, sempre com o objetivo de incentivar uma reflexão positiva sobre a maturidade. Sucesso no Brasil, a iniciativa foi implementada em toda a América Latina, com a identidade “Envelhecer com Orgulho”. 

Brasil grisalho

As reflexões sobre a maturidade representam uma discussão necessária no Brasil, considerando que o País passa por um acelerado processo de envelhecimento. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, de 1960 a 2000, a proporção de pessoas com 60 anos ou mais subiu de 4,7% para 8,5%. Em 2010, o censo demográfico já apontava que os indivíduos nessa faixa etária representavam 10,8% da população, o equivalente a 20,5 milhões de pessoas.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, em 2025, o Brasil será o 6º país do mundo em números de idosos, que deverão somar 32 milhões de pessoas. Assim, em 2030, é esperada uma verdadeira inversão no perfil populacional brasileiro, uma vez que o número de idosos deve ultrapassar o total de menores de 14 anos. Até 2050, o contingente de idosos deverá chegar a 66,5 milhões, abrangendo 29,3% da população, de acordo com as estimativas do IBGE.

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