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Glaucoma

O glaucoma é a doença ocular que mais causa cegueira no mundo. Segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), mais de 600 mil pessoas não sabem que tem a doença.

O glaucoma é uma elevação da pressão intraocular (pressão dentro dos olhos) que provoca lesões no nervo ótico, comprometendo a visão do paciente.  Na maioria dos casos, desenvolve-se de forma lenta, no decorrer de meses ou anos, sem demonstrar nenhum sintoma. Por ser uma doença crônica, não tem cura. No entanto, pode ser controlada.

Pessoas acima de 40 anos, negras, portadoras de diabetes, miopia ou aquelas que já sofreram algum tipo de trauma ocular ou doenças intraoculares, têm maior probabilidade de desenvolver a doença. Outro ponto importante é o histórico familiar, pois 6% dos indivíduos com glaucoma já apresentaram outro caso na família.

Existem diversos tipos de glaucoma, mas há quatro deles que são os mais comuns:

1. glaucoma de ângulo aberto:  também conhecido como “glaucoma crônico simples” afeta geralmente as pessoas acima dos 40 anos e representa 80% dos casos. Ocorre aumento da pressão ocular que pode ser assintomático (não apresenta sintomas);

 2. glaucoma de ângulo fechado: a principal característica é que há um aumento súbito da pressão intraocular;

 3. glaucoma congênito: é o caso mais raro da doença e geralmente acontece em recém-nascidos e crianças;

 4. glaucoma secundário: é decorrente de outras doenças como diabetes, cataratas, entre outras.


Sintomas do Glaucoma

Em 80% dos casos, o glaucoma não apresenta nenhum sintoma.  A doença  afeta a região periférica dos olhos e a perda da visão só acorre quando a doença já está em estado avançado.


Diagnóstico do Glaucoma

Existem dois sinais do glaucoma: a pressão intraocular acima da média e as alterações no nervo ótico, ambos perceptíveis no exame de fundo de olho.  Esses fatores podem contribuir no diagnóstico da doença.


Tratamento

O tratamento do glaucoma varia de acordo com a manifestação no paciente. Geralmente o tratamento é clínico, realizados com colírios e medicamentos via oral. Em alguns casos é necessária a intervenção cirúrgica tradicional ou a laser.


Fontes:

Hosp – Hospital de Olhos de São Paulo
http://www.hospitaldeolhos.net/especialidades-glaucoma.asp
Visitado em: 26/08/2014

Portal da retina
http://www.portaldaretina.com.br/home/colunistas.asp?cod=23
Visitado em: 26/08/2014

Dr. Drauzio Varella
http://drauziovarella.com.br/crianca-2/glaucoma/
Visitado em: 26/08/2014